Voltar para o site

Crescimento de 5,9% nas Vendas do comércio em 2009!

8 de Março de 2010


fonte IBGE – 23/02/2010


As vendas no comércio no país em 2009 cresceram 5,9% em relação a 2008, segundo dados divulgados no final de fevereiro pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em dezembro, as vendas no varejo caíram 0,4% frente a novembro. Trata-se da primeira queda depois de sete altas consecutivas na comparação mês a mês. Em relação a dezembro de 2008, houve alta de 9,1%.

 

A receita nominal de vendas no comércio teve expansão de 10% ao longo de 2009, na comparação com o ano anterior. Em dezembro, foi observado recuo de 0,4% frente a novembro, com destaque para o setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,5%). Na comparação com dezembro de 2008, houve avanço de 11,9%.

 

As vendas no comércio varejista ampliado - que inclui ainda o desempenho das vendas de veículos e motos, partes e peças e material de construção apenas no varejo - registraram alta de 6,9% em 2009. Em dezembro, houve expansão de 0,6% em relação a novembro e de 14,3% sobre dezembro de 2008.

 

Ao longo de 2009, oito das dez atividades pesquisadas registraram crescimento, com destaque para:

-        artigos farmacêuticos, medicamentos, ortopedia e perfumaria (11,8%)

-        hiper e supermercados, bebidas e fumo (8,3%)

-        vendas de veículos e motos, partes e peças (11%)

 

Por outro lado, houve retração nas vendas de tecidos, vestuário e calçados (-2,8%) e, no comércio varejista ampliado, as vendas de material de construção tiveram retração de 5,9%.

 

Em relação a dezembro de 2008, todas as dez áreas avaliadas apresentaram expansão, principalmente os setores de móveis e eletrodomésticos (13,2%) e, no comércio varejista ampliado, veículos e motos, partes e peças (28,2%).

 

O que é muito interessante é que, apesar da retração de alguns segmentos, o varejo como um todo cresceu em relação a 2008. Indicando que 2010 será um ótimo ano para nossa economia. Momento de semear para colher os bons frutos.

 

Wilson M Spinola

Diretor da Spinola Comunicação Integrada.

 

Consumidores dos BRICs serão o motor da recuperação da economia global, prevê economista do Goldman Sachs.

8 de Março de 2010


Os consumidores de Brasil, China, Rússia e Índia, e não dos EUA, vão se transformar no motor da recuperação da economia mundial. A projeção é de Jim O’Neill, economista-chefe do banco Goldman Sachs e criador da célebre sigla BRIC – as iniciais dos quatro países que se podem se tornar as novas potências mundiais. Segundo o economista, os norte-americanos estão perdendo a condição de motor da economia global.

 

O economista também afirmou que o Brasil tem, entre os quatro países, as melhores condições de garantir um crescimento sustentável no longo prazo.

O Goldman Sachs projeta um ranking no qual avalia 13 variáveis importantes para esse crescimento sustentável: o Brasil aparece como o melhor dos BRICs, com nota 5,3, numa escala que varia de zero a dez. A seguir vem China (com 5,2), Rússia (com 5,1) e Índia (com 4).

“Se o mundo voltar a ter a prosperidade de dois anos atrás, o consumidor dos BRICs terá que ser esse motor”, afirmou O’Neill.

Na lista de variáveis apresentadas pelo economista-chefe do Goldman Sachs, o Brasil vai bem em quesitos como inflação, dívida externa e educação. Entre as piores notas estão regulação, corrupção e estabilidade política. O’Neill voltou a criticar o que considera presença excessiva do governo na economia.

 

Crescimento

O’Neill afirmou que o Goldman Sachs vai rever a previsão de crescimento da economia brasileira para 2010 – sairá do patamar atual, de 5,8%, para 6,4%. O banco projeta ainda um crescimento de 4,5% para a Rússia, de 8,2% para a Índia e de 11,4% para a China.

Para O’Neill, o mundo tem hoje dois pilares: os EUA e os países dos BRIC. Dos quatro porém, a China é a economia que apresenta os números mais fortes. Segundo ele, os chineses desempenharão o principal papel para compensar a perda de capacidade da economia dos EUA, provocada pelos dois anos de crise.

O economista classificou de “fenômeno” o crescimento chinês das últimas décadas, mas mostrou dúvidas se esse ritmo é sustentável. “Não sei se esse PIB seria sustentável sem elevar a inflação”, afirmou O’Neill, para quem o governo da China provavelmente precisará reduzir o ritmo de expansão.

Terrenos férteis na internet

10 de Fevereiro de 2010

No início de fevereiro (03/02/2010), foi divulgado o resultado de duas pesquisas do “Pew Internet & American Life Project” (http://www.pewinternet.org/Reports/2010/Social-Media-and-Young-Adults.aspx).

Este estudo nos indica dados interessantes que nos permitem constatar quais são os  “terreno férteis” da internet de acordo com o público.

A pesquisa detectou, por exemplo, que adolescentes de 12 a 17 anos não utilizam o Twitter em grande número, 14% dos adolescentes desta faixa etária mantém blogs. Uma queda se comparado com a pesquisa realizada em 2006, quando a porcentagem  de blogueiros adolescentes era de  25%. Caiu também o percentual de blogueiros que comentam em blogs de amigos. Antes eram 75% hoje representam 50%.

O estudo indica ainda que a população blogueira está envelhecendo. Atualmente 11% dos blogueiros possuem 30 anos ou mais. Eram 7% em 2007.

Em 2006, 55% dos adolescentes acessavam sites de relacionamento e, hoje, esse percentual alcançou o índice de 75%. Essa pode ser a principal razão para os mais jovens blogarem menos, a ascensão das redes sociais, que oferecem a possibilidade de se atualizar mais rapidamente. Outro fato importante é o uso cada vez mais freqüente de celulares para navegar, reforçando a vontade de ser breve.

Mel Mariano

Quem mais observa as embalagens?

19 de Junho de 2009

Saiba mais sobre os resultados de uma pesquisa que identifica como é o comportamento entre as classes sociais.

Segundo pesquisa realizada, é possível avaliar qual o nível de atenção, em relação às embalagens de produtos, por classe social. Por exemplo, pessoas da classe denominada A1 são as que mais têm este hábito (38%), seguidas pelas das classes A2 e B1 (32%) e dos integrantes das classes B2 e C (29%).

 

Estas avaliações foram realizadas a partir de um estudo feito pela GfK, uma das quatro maiores empresas de pesquisa de mercado do Brasil e do mundo, que fez entrevistas com 1.500 consumidores, homens e mulheres, maiores de 13 anos, das classes A, B, C e D, representando a população de nove regiões metropolitanas do País: Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

 

Nesta pesquisa, também identificou que os consumidores da classe D são os que menos fazem a leitura (24%). Homens e mulheres também se comportam de forma diferente. Enquanto 32% das brasileiras afirmam ler os rótulos, 27% dos homens têm este costume.

No geral, 29% dos brasileiros lêem o rótulo dos produtos antes de sua decisão de compra. Existe variação deste comportamento nas diferentes capitais brasileiras. Os belo-horizontinos (43%), belenenses (41%), fortalezenses (39%), paulistanos (32%) e recifenses (30%) estão acima desta média, já os cariocas (26%), porto-alegrenses (20%), curitibanos (20%) e soteropolitanos (10%) têm uma preocupação menor com o assunto.

 

Analisando os entrevistados por faixas de idade, percebe-se que os adolescentes não têm este costume. Somente 23% dos compradores com idade entre 13 e 19 anos lêem o rótulo dos artigos antes de decidir sua compra, contra 28% dos consumidores de 20 a 29 anos. Os que mais têm este hábito (32%) são os brasileiros entre 30 e 39 anos e entre 50 e 59, seguidos pelos entre 40 e 49 anos (30%).

Fonte:GfK
HSMOnline

Indústria farmacêutica sob novas regras

15 de Junho de 2009

Revisão da Anvisa relativa à comunicação do setor passa a vigorar nesta terça-feira, 16

A comunicação de remédios ganha novas regras nesta semana. A partir da terça-feira, 16, entra em vigor a primeira parte da RDC 96/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - a segunda passa a valer em dezembro. “É uma revisão da resolução 102, de 2000. Ela cumpre o objetivo de estar em consonância com a política nacional de medicamentos e com a proteção da saúde da população”, diz Maria José Delgado, gerente-geral de propaganda do órgão. Entre representantes do setor farmacêutico e agências de publicidade, no entanto, a eficácia de algumas normas é questionada; ao mesmo tempo em que se tem a impressão de que o que já era difícil de ser anunciado ficou ainda mais complicado.

Para os produtos sem prescrição médica (ou OTCs), os únicos que podem ter publicidade junto ao consumidor final, as mudanças mais impactantes são as seguintes: atores e celebridades não podem mais tomar ou indicar um medicamento. Se eles protagonizarem um filme ou spot devem também ler as mensagens de advertência finais. Essas advertências, por sua vez, se tornaram mais complexas. Agora, além da tradicional “ao persistirem os sintomas um médico deverá ser consultado”, há outra que pode variar dependendo do medicamento. “Em 30 segundos, 12 são para as mensagens. Ainda que na TV possa ser usado lettering (para a frase que até então vinha em azul), isso inviabiliza o spot de rádio de 15″, contesta Sálvio Di Girólamo, secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip).

Há também a questão de como as mensagens escritas devem ser apresentadas - com letras em tamanhos pré-determinados e cores contrastantes. “Antes a propaganda cumpria a função legal, mas não social na visão de saúde pública”, afirma Maria José. “A publicidade ficou desprovida de ações promocionais. Ganhou uma cara mais técnica, é quase um release”, comenta Fernando Luna, presidente da LongPlay, agência que atende a clientes como a Accu-Check (linha destinada a cuidados com o diabetes da Roche Diagnóstica) e o complexo vitamínico de uso dermatológico Imedeen.

Di Girólamo vai além. Ele questiona a validade das advertências e defende o caminho da educação da sociedade. “São muitas mensagens diferentes. O consumidor leigo não tem como saber qual é de qual produto”, afirma. Para o representante da indústria farmacêutica, o melhor caminho teria sido lançar uma campanha educativa patrocinada pela própria Abimip para prevenir a sociedade quanto a alguns hábitos de risco, caso do consumo de remédios em frentes às crianças. “Não adianta impedir a indústria de fazer publicidade se o problema não é esse”, afirma.

Maria José rechaça as críticas. “O medicamento não é bem de consumo. É bem de saúde”, argumenta. E a Anvisa não é a única a seguir por essa linha. Segundo o advogado especializado na área de produtos farmacêuticos João Paulo Andrade, do escritório Trench, Rossi e Watanabe, as normas adotadas pela agência são bastante modernas. “Elas estão alinhadas com a regulamentação de países desenvolvidos, principalmente da União Européia”, avalia.

Processo
A revisão das regras referentes à comunicação de medicamentos começou a ser feita em 2005, com a convocação de uma consulta pública. Durante esse período, foram recebidas mais de 800 contribuições. A partir daí, sucederam-se uma série de encontros e quatro audiências públicas - três delas no Congresso. Maria José conta que, embora a indústria farmacêutica tenha sido o principal interlocutor durante a revisão das normas, a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) também participou de reuniões pontuais. Segundo ela, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) acompanhou todo o processo. Teria partido do mercado publicitário, por exemplo, a ideia de que o personagem principal do comercial ou do spot fizesse a locução da frase de advertência. “Depois, eles acharam que não precisava”, comenta a gerente da Anvisa.

No dia 18 de dezembro de 2008, os termos da nova regulamentação foram trazidos à luz. “Ela surpreendeu por conter restrições e proibições que não haviam sido discutidas com o setor produtivo”, queixa-se Di Girólamo. Nos seis meses que se seguiram até aqui, houve novos questionamentos junto à Anvisa.

A grande vitória da indústria farmacêutica e dos publicitários foi conseguir alterar a norma que proibia “a veiculação, na televisão, de propaganda ou publicidade de medicamentos nos intervalos dos programas destinados a crianças ou adolescentes”. Ficou valendo apenas a proibição para atrações infantis. ‘A indústria não poderia mais anunciar na TV aberta porque não existe programa para maiores de 18 anos”, observa o secretário da Abimip.

Com as regras do jogo em mãos, anunciantes e agências de propaganda começaram a se preparar para os novos tempos. “Contratamos um médico para a nossa campanha, o que já evita problemas com a questão das celebridades”, afirma Aurélio Ramos, diretor de marketing dos laboratórios Teuto, que tem forte atuação no segmento de genéricos.

Já a Novartis se adiantou à resolução e adaptou anúncios como os da marca Trimedal às novas regras antes mesmo de elas começarem a valer. “Sempre seguimos rígidas políticas internas de conduta de negócios, que por sua vez estão bem alinhadas com as novas regras definidas pela Anvisa”, comenta Michele Rudnik, gerente de marketing Mercosul OTC da empresa.

Dentro das agências, a preocupação dos anunciantes em respeitar as normas repercutiu imediatamente. A 141 SoHo Square - que atende a empresas como Bayer-Schering, EMS e Johnson & Johnson Medical - teve encontros com vários clientes para debater o assunto. “Todas as áreas jurídicas fizeram interpretações das normativas. Alguns laboratórios assumiram uma linha mais restritiva”, conta João Consorte, diretor-geral da 141 Preview, o braço da agência voltado para o setor farmacêutico.

Desafio criativo
A RDC 96/08 impõe acima de tudo um desafio criativo aos publicitários que trabalham com laboratórios. “Uma vez que todo mundo adota as mesmas restrições, cabe às agências mais centradas na área conhecer bem a legislação e encontrar soluções para que a comunicação não se perca”, afirma Mark de Szentmiklósy, sócio-diretor de criação da Tugarê, que atende a clientes como Mantecorp, AstraZeneca, Aché e Pfizer.

Na visão de Claudio Ferrari, diretor-geral de atendimento para Health Care da Publicis (responsável pela conta integral do laboratório Sanofi-Aventis), a nova regulamentação não é suficiente para mudar o jeito de trabalhar. “A Anvisa quer tirar a atratividade da propaganda, quer que o filme fique feio. Nosso desafio é saber como manter a atratividade. Vai ficar mais difícil? Vai, mas é só um esforço de criação”, diz o profissional, que já foi médico.

Para Ferrari, o setor farmacêutico tem outras questões bem mais complexas a serem enfrentadas. Entre elas, o fato de sua comunicação ser pulverizada por diferentes agências, o que seria um empecilho à criação de uma linguagem unificada para os laboratórios. Além disso, há um ponto intrínseco ao próprio mercado. “Tentamos imprimir uma linguagem moderna a um setor que é conservador”, afirma.

Com prescrição
A publicidade de OTCs, porém, não é o único foco da Anvisa: a comunicação direta com médicos também ganhou preceitos bem mais rígidos. “A regulamentação foi mais cruel com produtos de tarja”, afirma Janaina Rosas, diretora da Triunfo Propaganda, que atende ao laboratório Boiron, de produtos homeopáticos. “É quase cigarro.” Para a indústria farmacêutica, essa comunicação que não utiliza a grande mídia é fundamental. “De 2.800 marcas ativas, não tem 100 na TV e no rádio. A maioria é comunicada junto aos médicos”, revela Di Girólamo.

“A nova regulamentação às vezes peca pelo excesso e cai no quase ridículo”, complementa Ricardo Ferreira, diretor-presidente da Boiron Brasil. Ele se refere especificamente à distribuição das amostras grátis - a parte da RDC que entra em vigor em dezembro. A questão que causa incômodo não é a exigência em relação ao volume das amostras distribuídas (que, no caso de anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo, por exemplo, deve conter 100% do conteúdo da sua apresentação original). Mas sim o que pode ou não ser distribuído. Os medicamentos que exigem prescrição médica podem ser dados. Fora isso, não. “Isso vai contra a própria definição do OTC”, pondera Ferreira.

A regulamentação da Anvisa proíbe ainda mencionar publicidade e nomes de medicamentos em campanhas de caráter social das empresas. Em eventos médicos, as regras ficaram mais rigorosas, mas os nomes de produtos ainda podem aparecer.

Outra questão que provoca calafrios nos profissionais do setor refere-se aos brindes. A Anvisa proibiu que canetinhas, pesos e capas de blocos tenham as marcas dos produtos. Agora eles só podem ser institucionais dos laboratórios. A agência reguladora chegou a cogitar proibir a distribuição de brindes de maneira geral, mas depois voltou atrás. Isso, porém, teve impacto direto na cadeia produtiva da indústria.

De acordo com Daniela Bispo, diretora da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Promocionais (Approm), estima-se que a determinação da Anvisa tenha levado a 20 mil demissões no setor, desde o fim de 2008. Ela até acredita que possa haver um reaquecimento, mas essas contratações não devem ser refeitas.

Onda de aquisições
Não é só a nova regulamentação da Anvisa que mantém a indústria farmacêutica em evidência neste momento. O setor também passa por uma fase de consolidação das grandes marcas, que investem fortemente na política de crescimento inorgânico.

Apenas neste ano, foram anunciados três acordos de aquisição. Em janeiro, a Pfizer comprou a Wyeth por US$ 68 bilhões. Dois meses depois, a Merck & Co. (no Brasil identificada como Merck Sharp & Dohme) divulgou a compra da Schering-Plough por US$ 41 bilhões. Todos esses laboratórios são americanos. Ainda em março, a suíça Roche comprou o grupo de biotecnologia norte-americano Genentech por US$ 46,8 bilhões.

Por outro lado, há duas semanas, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emperrou a aquisição do laboratório brasileiro Medley - dedicado ao segmento de genéricos - pela francesa Sanofi-Aventis, por US$ 662 milhões. Entre outras medidas, as empresas estão proibidas de fazer alterações societárias, demitir ou transferir funcionários ou unificar as suas estruturas. Além disso, as marcas devem ser mantidas. Isso significa que o negócio, mais adiante, pode ser desfeito.

Reveses à parte, o mercado farmacêutico brasileiro é bastante saudável. De acordo com dados da consultoria IMS Health, que monitora o setor, entre maio de 2008 e abril de 2009, ele movimentou R$ 27.282 bilhões. O número representa um crescimento de 11,59% em relação ao período entre maio de 2007 e abril 2008.

fonte: Meio & Mensagem
Paula Ganem
12/06/2009

Jovens utilizam internet para interagir com marcas

18 de Maio de 2009

Uma pesquisa global da Microsoft, realizada pela Synovate, apontou que os jovens podem interagir e criar um vínculo com algumas marcas, dentro de suas atividades diárias na web. O levantamento “Young Adults Revealed” foi feito com 12.603 jovens entre 18 e 24 anos, localizados em 26 países procurou mostrar às marcas dados sobre o comportamento online desse grupo, já que eles passam, em média, 2,5 horas por dia na internet.Quando a pergunta estava relacionada com o compromisso com as marcas, cerca de 23% dos entrevistados disseram ter comentado sobre alguma rede social, 23% também adicionou conteúdos ligados a alguma empresa e 19% utilizaram conteúdo em sua página inicial.

Cerca de 47% dos jovens afirmaram que clicam nos ícones de publicidade online e 18% fizeram upload ou postaram informações sobre marcas ou produtos na web.

Já entre as atividades diárias para entretenimento, o email é líder com 94%, em segundo vem a leitura de notícias (80%), seguido pelo download de filmes, músicas ou jogos (76%), conversa por mensagens instantâneas (76%) e por último, com 73% assistir vídeos online.

O acesso mais comum a internet ainda é pelo computador, mas o celular está crescendo e 34% dos entrevistados utilizam a web através do aparelho, para escutar rádio (15%), baixar games (13%) e redes sociais (11%) são as atividades mais comuns.

Com informações do Marketing News - maio 2009 

Apoiado na classe C, consumo nacional deve crescer.

30 de Abril de 2009

Dados do IPC-Target do Brasil em Foco 2009 apontam que, neste ano, o consumo da população brasileira deverá movimentar cerca de R$ 1,8 trilhão, com forte participação da classe C

Por mais que a crise econômica ainda seja um desafio - e um temor - para os negócios do País, o consumo dos brasileiros no ano de 2009 deverá aumentar, com grande destaque para movimentação de compras gerada pela classe C e por suas subdivisões.A conclusão é resultado dos dados apurados pela empresa Target Marketing em relação ao IPC-Target do Brasil em Foco 2009, indicador do potencial de consumo da nação, que leva em consideração os 5.565 municípios do País.

De acordo com a pesquisa, o consumo dos brasileiros neste ano irá superar a marca de R$ 1,863 trilhão, o que aponta para um crescimento das despesas familiares superior em 1,6% à própria projeção de crescimento do Produto Interno Bruto Nacional (PIB). A expectativa de consumo é alicerçada em uma projeção de crescimento da população, que deverá alcançar o total de 191,5 milhões de habitantes até o final do ano.

A classe C deve aumentar a sua potencialidade de consumo, ampliando a sua participação no montante nacional. Mesmo dividida em subgrupos - como a classe C2 (que, em termos de renda, estaria mais próxima das classes D e E) e C1 (que se aproximaria da classe B) - a classe C, unida, deverá representar R$ 532,8 bilhões no total do consumo nacional. Considerando apenas o subgrupo de menor poder aquisitivo dessa classe, a movimentação gerada deverá ser de R$ 314,6 bilhões, o que corresponde a 17,8% do total do consumo nacional das áreas urbanas.

Por conta desse crescimento, a tradicional “classe média” deverá perder um pouco de espaço, já que passará a receber os representantes da classe C1, que passaram a deter um maior poder de consumo. Apesar disso, a força dessa fatia ainda é grande, devendo ser responsável por cerca de R$ 723,6 bilhões - o que corresponde a 41% de todo o consumo nacional.

Em termos de mobilidade social, a pesquisa aponta uma possível tendência de queda no poder de consumo das classes A2, B1 e B2, e aumento do poder das classes C1 e C2. Em relação á concentração por região, o Sudeste continua sendo a área onde mais se consome no Brasil, sendo responsável por 51,4% do total do consumo nacional. O Nordeste aparece na vice-liderança, respondendo por 18,8% do total do consumo, enquanto a Região Sul aparece em terceiro lugar, devendo gerar por 16,3% de todo o consumo do País neste ano. A região Centro-Oeste aparece em quarto lugar (7,8% de participação) e a Norte vem em quinto, com 5,7%.

Publicidade para Crianças

13 de Abril de 2009

 

Que tal criar, produzir e veicular anúncios voltados para o público infantil, em que os argumentos de venda das marcas valorizem e estimulem a amizade, a urbanidade, a honestidade, a justiça, a generosidade e o respeito às pessoas, aos animais e ao meio ambiente?

Que tal criar, produzir e veicular anúncios voltados para o público infantil, em que os argumentos de vendas das marcas contribuam para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos e alunos e professores?

É simples: basta ler e seguir o que está escrito no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. Está tudo lá, com absoluta clareza. Só não vê quem não quer, seja porque não quer seguir as recomendações do código, seja porque não quer ver no código recursos suficientes para a proteção da criança frente à publicidade.

É preciso deixar claro que não existe incompatibilidade entre publicidade e infância. A publicidade é como toda a mensagem que chega à criança, em casa, na rua, na escola, na casa dos amigos… Pode ser boa e pode ser má. Ninguém consegue controlar tudo o que uma criança vê e ouve o tempo todo. A melhor proteção da criança, portanto, é a qualidade da sua educação. 

Quem cria e produz publicidade tem tempo para avaliar a qualidade da mensagem que estará veiculando. Isso é uma vantagem para a publicidade no processo de educação da criança, pois ela pode ser pensada com antecedência e constituir uma mensagem positiva. Inclusive, como contraponto às tantas mensagens sem nenhum tipo de critério a que a criança está exposta o tempo todo, inclusive em sua própria casa.

A melhor resposta àqueles que elegeram a publicidade como “inimiga” da criança e que trabalham para proibi-la é demonstrar que a publicidade, pelo contrário, é necessária, em todo seu potencial de eficácia, para a sua melhor formação. As crianças não crescem para viver enclausuradas, em redomas de vidro ou internadas em conventos.

Por isso, é preciso tomar cuidado, sim, mas é com as mensagens de padrão “oficial”, incompatíveis com a linguagem que a criança adota na vida em grupo, ou por métodos saturados de um academicismo viciado e incompatível com a vida real, e que, muitas vezes, tratam as crianças como mentalmente deficientes. É preciso que nos utilizemos dos recursos criativos da publicidade para que mensagens de qualidade ética cheguem, eficientemente, às crianças e contribuam positivamente com seu desenvolvimento psicológico e intelectual.

Sem caretice, sem sectarismo, sem dogmatismo cego, é possível reunir os interesses da sociedade com os interesses comerciais das marcas. A publicidade tem o conhecimento, a experiência e o ferramental para comunicar-se melhor.

Por isso, estabelece uma empatia maior com a sociedade. A pergunta é: por que proibir aquilo que pode ser útil nos objetivos de educar e orientar as crianças? Quem disse que esses objetivos são necessariamente inconciliáveis com os interesses das marcas?

A adoção de conceitos de marketing focados na preservação do meio ambiente, por exemplo, deu-se naturalmente na vida das empresas. Ninguém precisou proibir nem censurar nada. Os anunciantes não são idiotas. Seu marketing tende para onde tende a opinião pública. É simples: quem quer vender precisa ser aceito.

A publicidade anda na esteira do comportamento da sociedade. Já temos mecanismos suficientes em vigor para proteger o consumidor. Há pouco tempo, o Ministério Público de São Paulo entrou com recurso no Conar, pedindo a suspensão de anúncio da Petrobras que enaltecia os cuidados da empresa com o meio ambiente.

O motivo era o fato da Petrobras comercializar um óleo tido como poluente. É necessária demonstração maior do exercício da democracia? Não há necessidade de se proibir nada, basta fazer valer código em vigor.

Portanto, vamos fazer publicidade para crianças, sim! Vamos criar, entre elas, empatia com as nossas marcas, sim! Mas vamos usar o mecanismo poderoso da comunicação de marketing para associar nossas marcas às suas melhores atitudes. Isso vai ser bom para todos e, o que é muito importante, vai desarmar os espíritos com vocação para o autoritarismo e para a tutela da sociedade.

É preciso demonstrar claramente que a alternativa à pior liberdade não é a melhor censura. Mas o compromisso de todos com o bom senso.
Fonte: PropMark (http://www.propmark.com.br/)
09/04/2009

E-commerce bate a marca de 13 milhões de brasileiros

17 de Março de 2009

De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit nesta terça-feira (17), o número de consumidores brasileiros que compraram pela internet chegou a 13,2 milhões, em 2008. O número representa um aumento de 39% em relação ao ano anterior.
 
O aumento na participação da classe C tem sido responsável pelo crescimento do e-commerce. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até R$ 3 mil representaram 60% dos novos consumidores em 2008. Em um ano, a participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro passou de 37% para 42%. No ano passado, as mulheres passaram a representar 51% dos consumidores online.

Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a crise dificultou o crescimento. “O valor ainda seria mais alto (R$ 6 bilhões) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, disse. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente R$ 10 bilhões.
 
Até o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores.
 
As categorias mais populares entre os brasileiros em 2008 foram: Livros (17%), Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).
 
Com informações do IDG Now

Uma festa para fechar o ano com chave de ouro.

19 de Dezembro de 2008

Chegou o momento que todos esperavam: a tradicional “festa da firma”. E a Spinola mostrou que, se não tem limites para a criatividade, também não tem limites etílicos. Os funcionários esqueceram totalmente a famosa regra de que, eventos da empresa exigem um comportamento discreto, e fizeram a descontração tomar conta do bar Geni. Renato Henrique (Diretor de Criação) e Rafael Butt (Programador) ainda receberam de Wilson Spinola (Diretor de Planejamento e presidente) um iPod Nano, como reconhecimento pelo desempenho no ano de 2008. Bom, agora é só esperar pela próxima. E vamos trabalhar que o pessoal já festejou demais.